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quinta-feira, 5 de novembro de 2015

32º Dom do Tempo Comum

32º Dom do Tempo Comum

Ano A:

em 2015 = 08/11 ano B

1º Leitura: Sabedoria 6, 12-16

A Sabedoria se deixa encontrar 6,12A Sabedoria é radiante, não fenece, facilmente é contemplada por aqueles que a amam e se deixa encontrar por aqueles que a buscam. 13Ela mesma se dá a conhecer aos que a desejam. 14Quem por ela madruga não se cansa: encontra-a sentada à porta. 15Meditá-la é a perfeição da inteligência; quem vigia por ela logo se isenta de preocupações; 16ela mesma busca, em toda parte, os que a merecem; benigna, aborda-os pelos caminhos e a cada pensamento os precede. 17Seu princípio é o desejo autêntico de instrução, o afã da instrução é o amor, 18o amor é a observância de suas leis, o respeito das leis é garantia de incorruptibilidade 19e a incorruptibilidade aproxima de Deus. 20Portanto, o desejo da Sabedoria conduz à realeza. 21Chefes dos povos: se vos agradam tronos e cetros, honrai a Sabedoria e reinareis para sempre.

2º Leitura: I Tessalonicenses 4,13-18

 4,13Irmãos, não queremos que ignoreis o que se refere aos mortos, para não ficardes tristes como os outros que não têm esperança.
14Se cremos que Jesus morreu e ressuscitou, assim também os que morreram em Jesus, Deus há de levá-los em sua companhia. 15Pois isto vos declaramos, segundo a palavra do Senhor: que os vivos, os que ainda estivermos aqui para a Vinda do Senhor, não
passaremos à frente dos que morreram. 16Quando o Senhor, ao sinal dado, à voz do
arcanjo e ao som da trombeta divina, descer do céu, então os mortos em Cristo
ressuscitarão primeiro; 17em seguida nós, os vivos que estivermos lá, seremos
arrebatados com eles nas nuvens para o encontro com o Senhor, nos ares. E assim,
estaremos para sempre com o Senhor. 18Consolai-vos, pois, uns aos outros com estas
palavras.

Evangelho: Mt 25, 1-13

25 Parábola das dez virgens — 1Então o Reino dos Céus será semelhante a dez virgens
que, tomando as suas lâmpadas, saíram ao encontro do noivo. 2Cinco eram insensatas e
cinco, prudentes. 3As insensatas, ao pegarem as lâmpadas, não levaram azeite consigo,
4enquanto as prudentes levaram vasos de azeite com suas lâmpadas. 5Atrasando o noivo,
todas elas acabaram cochilando e dormindo. 6Quando foi aí pela meia- noite, ouviu-se
um grito: 'O noivo vem aí! Saí ao seu encontro!' 7Todas as virgens levantaram-se, então,
e trataram de aprontar as lâmpadas. 8As insensatas disseram às prudentes: 'Dai-nos do
vosso azeite, porque as nossa lâmpadas estão se apagando'. 9As prudentes responderam:
'De modo algum, o azeite poderia não bastar para nós e para vós. Ide antes aos que
vendem e comprai para vós'. 10Enquanto foram comprar o azeite, o noivo chegou e as
que estavam prontas entraram com ele para o banquete de núpcias. E fechou-se a porta.
"Finalmente, chegaram as outras virgens, dizendo: 'Senhor, senhor, abre-nos!' 12Mas ele
respondeu: 'Em verdade vos digo: não vos conheço!' 13Vigiai, portanto, porque não
sabeis nem o dia nem a hora.
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Ano B:
1º Leitura:  I Reis 17, 10-16

17,8Então a palavra de Iahweh lhe foi dirigida nestes termos 9"Levanta-te e vai a Sarepta "10 e Elias se levantou e foi para Sarepta. Chegando à porta da cidade, eis que estava lá uma viúva apanhando lenha; chamou-a e disse: "Por favor, traze-me num vaso um pouco d'água para eu beber!" 11Quando ela já estava indo para buscar água, ele gritou-lhe: "Traze-me também um pedaço de pão na tua mão!" 12Respondeu ela: "Pela vida de Iahweh, teu Deus, não tenho pão cozido; tenho apenas um punhado de farinha numa vasilha e um pouco de azeite na jarra. Estou ajuntando uns gravetos, vou preparar esse resto para mim e meu filho; nós o comeremos e depois esperaremos a morte." 13Mas Elias lhe respondeu: "Não temas; vai e faze como disseste. Mas, primeiro, prepara-me com o que tens um pãozinho e traze- mo; depois o prepararás para ti e para teu filho. 14Pois assim fala Iahweh, Deus de Israel: A vasilha de farinha não se esvaziará e a jarra de azeite não acabará, até o dia em que Iahweh enviar a chuva sobre a face da terra."15Ela partiu e fez como Elias disse e fizeram uma refeição ele, ela e seu filho: 16A vasilha de farinha não se esvaziou e a jarra de azeite não acabou, conforme a predição que Iahweh fizera por intermédio de Elias.

2º Leitura: Hb 9,24-28

9,24Cristo não entrou num santuário feito por mão humana, réplica do verdadeiro, e
sim no próprio céu, a fim de comparecer, agora, diante da face de Deus a nosso favor.
25E não foi para oferecer-se a si mesmo muitas vezes, como o sumo sacerdote que entra
no Santuário cada ano com sangue de outrem. 26Pois, se assim fosse, deveria ter sofrido
muitas vezes desde a fundação do mundo. Mas foi uma vez por todas,agora, no fim dos
tempos, que ele se manifestou para abolir o pecado através do seu próprio sacrifício. 27E
como é um fato que os homens devem morrer uma só vez, depois do que vem um
julgamento, 28do mesmo modo, Cristo foi oferecido uma vez por todas para tirar os
pecados da multidão. Ele aparecerá uma segunda vez, com exclusão do pecado, àqueles
que o esperam para a salvação.

Evangelho: Mc 12, 38-44

Os escribas julgados por Jesus 12, 38E dizia no seu ensinamento: “Guardai-vos dos
escriba que gostam de circular de toga, de ser saudados nas praças públicas, 39e de
ocupar os primeiros lugares nas sinagogas e os lugares de honra nos banquetes; 40mas
devoram as casas das viúvas e simulam fazer longas preces. Esses receberam
condenação mais severa”.
O óbolo da viúva — 41E, sentado frente ao Tesouro do Templo, observava, como a
multidão lançava pequenas moedas no Tesouro, e muitos ricos lançavam muitas
moedas. 42Vindo uma pobre viúva, lançou duas moedinhas, isto é, um quadrante. 43E
chamando a si os discípulos, disse-lhes: “Em verdade eu vos digo que esta viúva que é
pobre lançou mais do que todos os que ofereceram moedas ao Tesouro. 44Pois todos os
outros deram do que lhes sobrava. Ela, porém, na sua penúria, ofereceu tudo o que
tinha, tudo o que possuía para viver”.
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Ano C:
1º Leitura:  II Macabeus 7, 1-2. 9-14

7 O martírio dos sete irmãos — 1Aconteceu também que sete irmãos, detidos com sua
mãe, começaram a ser coagidos pelo rei a tocar na proibida carne de porco, sendo por
isso atormentados com flagelos e nervos. 2Um dentre eles, fazendo-se porta-voz dos
outros, assim falou: "Que pretendes interrogar e saber de nós? Estamos prontos a
morrer, antes que a transgredir as leis de nossos pais." 3O rei, enfurecido, ordenou que
se pusessem ao fogo assadeiras e caldeirões. 4Tornados estes logo incandescentes,
ordenou que se cortasse a língua ao que se havia feito porta-voz dos outros, e lhe
arrancassem o couro cabeludo e lhe decepassem as extremidades, tudo isto aos olhos
dos outros irmãos e de sua mãe. 5Já mutilado em todos os seus membros, mandou que o
levassem ao fogo e o fizessem assar, enquanto ainda respirava. Difundindo-se
abundantemente o vapor da assadeira, os outros exortavam-se entre si e com sua mãe, a
morrer generosamente. E diziam: 6"O Senhor Deus nos observa e tem verdadeiramente
compaixão de nós, segundo o que Moisés declarou no seu cântico, que atesta
abertamente: 'Ele terá compaixão de seus servos.' " 7Tendo passado o primeiro desta
forma à outra vida trouxeram o segundo para o ludíbrio. Tendo-lhe arrancado a pele da
cabeça com os cabelos, perguntaram-lhe: "Queres comer, antes que teu corpo seja
torturado membro por membro?" 8Ele, porém, na língua de seus pais, respondeu: "Não!"
Por isso, foi também submetido aos mesmos tormentos que o primeiro. 9Chegado já ao
último alento, disse: "Tu, celerado, nos tiras desta vida presente. Mas o Rei do mundo
nos fará ressurgir para uma vida eterna, a nós que morremos por suas leis!" 10Depois
deste, começaram a torturar o terceiro. Intimado a pôr fora a língua, ele a apresentou
sem demora e estendeu suas mãos com intrepidez, 11dizendo nobremente: "Do céu
recebi estes membros, e é por causa de suas leis que os desprezo, pois espero dele
recebê-los novamente."12O próprio rei e os que o rodeavam ficaram espantados com o
ânimo desse adolescente, que em nada reputava os sofrimentos. 13Passado também este
à outra vida, começaram a torturar da mesma forma ao quarto, desfigurando-o.
14Estando ele já próximo a morrer, assim falou: "É desejável passar para a outra vida às
mãos dos homens, tendo da parte de Deus as esperanças de ser um dia ressuscitado por
ele. Mas para ti, ao contrário, não haverá ressurreição para a vida!"

2º Leitura: II Tessalonicenses 2, 16 –3,5

2,16Nosso Senhor Jesus Cristo e Deus, nosso Pai, que nos amou e nos deu a eterna
consolação e a boa esperança pela graça, 17animem os vossos corações e vos confirmem
em tudo o que fazeis e dizeis em vista do bem.
3 Oração e trabalho — 1Quanto ao mais, irmãos, orai por nós, para que a palavra do
Senhor continue o seu caminho, e seja glorificada, como aconteceu entre vós, 2e para
que sejamos livres de homens ímpios e perversos; pois nem todos têm fé. 3Mas o
Senhor é fiel, e há de fortalecer-vos e guardar-vos do Maligno. 4Temos confiança em
vós, no Senhor, de que vos deixais guiar agora pelas nossas diretrizes e de que o fareis
também no futuro. 5Que o Senhor conduza os vossos corações para o amor a Deus e a
perseverança de Cristo.

Evangelho: Lc 20, 27-38

A ressurreição dos mortos — 27Aproximando-se alguns dos saduceus — que negam
existir ressurreição — 28interrogaram-no: "Mestre, Moisés deixou-nos escrito: Se
alguém tiver um irmão casado e este morrer sem filhos, tomará a viúva e suscitará
descendência para seu irmão. 29Ora, havia sete irmãos. O primeiro tomou mulher e
morreu sem filhos. 30Também o segundo, 31e depois o terceiro a tomaram; e assim os
sete morreram sem deixar filhos. 32Por fim, também a mulher morreu. 33Essa mulher, na
ressurreição, de qual deles vai se tornar mulher? Pois todos os sete a tiveram por
mulher". 34Jesus lhes respondeu: "Os filhos deste século casam-se e dão-se em
casamento; 35mas os que forem julgados dignos de ter parte no outro século e na
ressurreição dos mortos, nem eles se casam, nem elas se dão em casamento; 36pois nem
mesmo podem morrer: são semelhantes aos anjos e são filhos de Deus, sendo filhos da
ressurreição. 37Ora, que os mortos ressuscitam, também Moisés o indicou na passagem
da sarça, quando diz: o Senhor Deus de Abraão, Deus de Isaac e Deus de Jacó. 38Ora,
ele não é Deus de mortos, mas sim de vivos; todos, com efeito, vivem para ele".
39Tomando então a palavra, alguns escribas disseram-lhe: "Mestre, falaste bem". 40E já
ninguém ousava interrogá-lo sobre coisa alguma.
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